Quando os livros foram à guerra – (Molly Guptill Manning)

Quando os livros foram à guerra – (Molly Guptill Manning)

“Intrigante. Uma perspectiva nova sobre a guerra o poder dos livros.” Kirkus Review A história inspiradora de soldados que viram nos livros um meio de tornar a guerra mais humana e suportável; 120 milhões de livros especiais, e autores e obras que elevaram os espíritos de nossas tropas. A Armed Services Editions, editora que se especializou em publicar livros especiais e adequados a soldados em campos de guerra, lançou um total de 1.200 títulos. Os soldados os liam enquanto esperavam para desembarcar na Normandia, nas trincheiras infernais em meio às batalhas no Pacífico, à espera da recuperação de ferimentos em hospitais. Os livros eram amados – e disputados – pelas tropas, e ainda hoje são lembrados com carinho pelos veteranos. Os livros foram peça fundamental da vitória de uma guerra que somou mais de quarenta milhões de vítimas. Afinal, a arma mais poderosa de Hitler não foi um avião, uma bomba ou um rolo compressor de tanques, mas sim o livro Mein Kampf. E foi nesse conflito que os títulos da Armed Services Editions tiveram seu papel mais importante: viraram armas vitais na guerra de ideias.

 

 




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