__Contos e Crónicas

De Pernas Pro Ar – (Eduardo Galeano)

Em De pernas pro ar – A escola do mundo ao avesso, Eduardo Galeano provoca nossas emoções e nossas consciências, como já o fizera no clássico As veias abertas da América Latina no início da década de 70. Nestas páginas, que transitam pela ironia e, não raro pela indignação, desfilam uma enorme quantidade de fatos, eventos históricos e jornalísticos que comprovam que o mundo está, de fato, de perna...[Read More]

Um homem morto a pontapés – (Pablo Palacio)

Publicados originalmente em 1927, a coletânea de contos ‘Um homem morto a pontapés’ e a novela Débora são verdadeiros marcos da vanguarda literária hispano-americana, tanto em seu aspecto formal quanto temático. O autor teve sua obra, durante um longo período, interpretada pela chave da loucura, ao abordar temas anteriormente intocados pela ficção no continente e por flertar com o absurdo, o irrev...[Read More]

O Senhor Brecht – (Goncalo M. Tavares)

O Senhor Brecht é um contador de histórias. Senta-se numa sala praticamente vazia e vai contando pequenas histórias entre o absurdo e o humor negro. A sala vai enchendo aos poucos, o que lhe trará no final um novo problema: o público tapa a porta de saída – e o senhor Brecht fica assim encurralado com o seu próprio sucesso. Ao desempregado com filhos Disseram-lhe: só te oferecemos emprego se te co...[Read More]

O Empréstimo – (Machado de Assis)

Conto onde o autor retrata dois personagens com visões diferentes sobre o dinheiro. Em O empréstimo, o autor apresenta o tabelião Vaz Nunes, em um final de expediente, recebendo a visita de Custódio, que veio lhe pedir dinheiro. O primeiro tem a capacidade de desvendar o interesse que se esconde atrás da aparência, o segundo tem “a vocação da riqueza, sem a vocação do trabalho”. Nessa hora em que ...[Read More]

Paixões – (Domingos Pellegrini)

Só existem dois jeitos de pegar uma coisa: como quem agarra ou como quem vai largar. Prefiro largar. A frase de Pellegrini, solta numa conversa, esclarece bastante sobre seu jeito de contar histórias. Com O homem vermelho (Prêmio Jabuti de 1977) ele já se apresentava como um narrador apaixonado: — Só escrevo se me emociono. Antes de pensar em literatura, penso em contar uma história. Escolado pelo...[Read More]

Os Miseráveis – (Victor Hugo)

Edição comemorativa do bicentenário de Victor Hugo (1802-1885), em tradução inteiramente revista e adequada à leitura contemporânea. Esse tratamento e a edição com 816 notas de pé de página, elucidativas do contexto histórico e cultural da França no século XIX, fazem desta a versão definitiva da obra em português. Hugo narrou seu romance magistral numa linguagem que representou para a literatura &...[Read More]

O Teatro do Bem e do Mal – (Eduardo Galeano)

Este livro traz textos escritos no estilo impecável e inimitável de Eduardo Galeano: misto de reflexão, conto, artigo e ensaio. Com ironia e bom humor, abordam questões cruciais de nossa época no plano social, econômico, político, militar e ecológico. Os assuntos tratados são atualíssimos, como o Oriente Médio, o futuro da água no planeta, o terrorismo e a busca pela felicidade. Sempre cheio de ve...[Read More]

O Aleph – (Jorge Luis Borges)

As peças deste livro correspondem ao género fantástico – as coisas da vida real deslizam para contextos incomuns e ganham significados extraordinários, ao mesmo tempo que fenómenos bizarros se introduzem em cenários prosaicos. Os recorrentes motivos borgeanos do tempo, do infinito, da imortalidade e da perplexidade metafísica jamais se perdem na pura abstração; ao contrário, ganham carnadura...[Read More]

Menina a Caminho – (Raduan Nassar)

Primeiro trabalho de ficção de Raduan Nassar, escrito no início dos anos sessenta, o conto ‘Menina a caminho’ foi uma espécie de pano de fundo para as obras posteriores do autor. Ao acompanhar os passos da ‘Menina a caminho’, em seu percurso pelas ruas de uma pequena cidade do interior, o leitor ficará seduzido pela sucessão de situações corriqueiras. Assim como a menina da...[Read More]

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